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Políticos libaneses analisam conflito em entrevistas
27/7/2006
Matérias publicadas nos jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo hoje, 27 de julho, trazem opiniões de duas figuras políticas divergentes

Entrevistas publicadas nos jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo hoje, 27 de julho, trazem opiniões de duas figuras políticas divergentes. A Folha conversou com Carlos Eddé, 57, um brasileiro que é secretário geral do partido Bloco Nacional e participou da reunião de emergência em Beirute com a secretária de Estado dos EUA, Condolezza Rice. Já o Estadão traz entrevista com o deputado libanês Hussein al-Hajj Hassan, representante do Hezbollah.
Para Eddé, o risco de uma nova guerra civil no Líbano é real e só será definitivamente afastado com o desarmamento do Hezbollah e a neutralização das forças externas que desestabilizam o país, como Síria e Irã. Ele afirma que foi surpreendido com a amplitude da reação de Israel, mas que todos já aguardavam algum tipo de operação contra o Hezbollah. Eddé afirma ainda que qualquer resultado dessa crise mostrará a impotência do governo libanês.
Já Hassan, na entrevista ao Estado, afirma que o Hezbollah nunca atacou Israel e que o grupo apenas se defende. Hassan afirma que Israel e os Estados Unidos fizeram um plano para destruir o Líbano e o Hezbollah e que o objetivo do grupo é lutar até o fim. Ele afirma que ninguém no grupo defende o desarmamento do Hezbollah e que não se arrepende do seqüestro dos dois israelenses, decidido pelo grupo: “Vamos manter armas e lutar até o fim”, afirma o parlamentar.
As duas entrevistas estão na edição de hoje (27/07) dos jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo. A versão online só está disponível para assinantes.



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