Iconografia
Conheça itens do acervo do Centro de Estudos FamilyD. Mapas, esculturas, reproduções: por aqui você conhecerá um pouco da nossa coleção orientalista e saberá como essas peças ajudam a contar parte da história do Líbano, do Oriente Médio, sua cultura ou a forma como eram vistos pelos ocidentais. Confira.
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Reprodução da Pedra de Roseta
Acervo físico

A Pedra de Roseta é uma pedra de granito, considerado o primeiro objeto com inscrição poliglota da História.

O bloco traz o decreto do Rei Ptolomeu V, escrito em 196 a.C, e foi encontrado no Egito, em 1799. Na parte superior, há uma escrita hieroglífica com 14 linhas; o texto intermediário contém 22 linhas de uma escrita egípcia cursiva, conhecida como demótico. A terceira divisão da pedra é ocupada por uma inscrição de 54 linhas em língua e caracteres gregos. Trata-se de uma das mais importantes escritas do mundo antigo. Apesar de seu emprego ter ficado limitado à língua eregiões egípcias, a decifração da Pedra de Roseta marca uma das maiores contribuições do Egito à História, pois tornou possível a decodificação de outras inscrições antigas.

Quando falamos em escritas antigas, é importante recordar que os Fenícios tiveram um papel fundamental nas civilizações seguintes que foi a escrita a partir do alfabeto fenício. Grandes navegadores e conquistadores, os Fenícios desenvolveram o alfabeto fonético, para facilitar a comunicação e as atividades comerciais. Antes, os registros eram em geral ideográficos. Os primeiros registros do alfabeto fenício são de Biblos. A língua fenícia foi representada por 22 sinais gráficos, apenas consoantes. Como eram grandes navegadores e viajavam pelo Mediterrâneo, o alfabeto fenício foi incorporado por outros impérios e regiões ao longo de séculos. Por volta do século V a.C, os gregos o adaptaram e incluíram vogais. Os Romanos, por sua vez, se inspiraram no alfabeto grego para criar o latino, que é base de nossa língua no Brasil.




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