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Bonaparte e o Egito : 1769-1869
4/11/2008
Com a exposição "Bonaparte e o Egito", em cartaz de 14 de outubro a 29 de março de 2009, o Instituto do Mundo Árabe (IMA) em Paris associa dois grandes mitos históricos que em certo momento estiveram absolutamente interligados: Napoleão e o Egito Faraônico.

Com a exposição « Bonaparte e o Egito », em cartaz de 14 de outubro a 29 de março de 2009, o Instituto do Mundo Árabe (IMA) em Paris associa dois grandes mitos históricos que em certo momento estiveram absolutamente interligados: Napoleão e o Egito Faraônico.

Foi com a campanha militar no Egito de 1798, empreendida pelo gerenal Bonaparte e formada por alguns dos intelectuais e militares mais ilustres do século XVIII, que essa rica relação tem início. Celébre episódio histórico, a campanha respresentou ao mesmo tempo um fracasso do ponto de vista militar para a França e um impulso para um intercâmbio com o Egito.

Assim, centrando seu percurso nesse episódio, a exposição do IMA percorre todo um século de relações entre os dois países delimitada por dois fatos simbolícos que precedem e antecedem a campanha, ou seja, o nascimento de Napoleão Bonaparte e de Muhammad Ali – o primeiro soberano da modernidade no Egito – em 1769, e a inauguração do canal de Suez, em 1869.

A egiptologia também está em destaque em muitas salas da mostra. Nascida com a publicação da obra « Descrição do Egito » pelo francês Jean-François Champollion, os estudos de epitológicos apresentam uma outra face dessa relação bilateral: a influência do Egito na França. Em outras palavras, pode-se dizer que da mesma forma que a França ocupou um papel determinante na ascensão do Egito moderno, o próprio Egito e seu patrimônio ancestral também marcaram profundamente a modernidade francesa.

Vale lembrar que na ocasião da montagem da exposição, o Instituto do Mundo Árabe constituiu um comitê científico franco-egípicio reunindo grandes especialistas dos dois países. O objetivo foi compor um duplo olhar que estivesse presente nas mais de 400 obras de arte da mostra permitindo ao público o testemunho preciso dessa fascinação recíproca.



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